MV. Duas letras que me representam. E
ao lado delas, uma borboleta — símbolo do que acredito ser o
processo psicanalítico: delicado, transformador, livre.
A borboleta não nasce pronta. Ela
passa por fases, se recolhe, se transforma. Assim somos nós, em
nossas dores, silêncios e descobertas. A clínica é esse casulo
seguro onde podemos nos permitir mudar.
Voar é preciso. Ter ideias
coloridas, pisar em terrenos novos, explorar o mundo interno e
externo. Mas também é preciso reconhecer nossa fragilidade — o
fato de que, como as asas de uma borboleta, somos sensíveis ao
toque, ao vento, ao tempo.
Que esse espaço seja um convite ao
voo. Um lugar onde cada um possa pousar, descansar, se transformar.
E, quando estiver pronto, alçar novos voos com mais consciência de
si. (Escrito por Edge)

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